segunda-feira, 12 de setembro de 2011

3....2....1....e já!



Não galera, não é contagem regressiva. É apenas uma alusão aos períodos que a internet passa, e passou, segundo alguns especialistas.

Vocês sabem o que cada um desses momentos representa ou representou?
Não?!?!?!?! Bom, vamos juntos tentar esclarecer tudo isso:

A revista Época tem uma matéria super interessante (que trocadilho barato) sobre o assunto. 




Clique AQUI para ler. 

DICA: são duas páginas, e na segunda, tem uma tabela hiper super mega uber legal


PS: Não esqueça de voltar depois, não vai se perder em um universo inteiro de hiperlinks




Dois alunos de jornalismo digital fizeram um videozinho
 bacana sobre o assunto. Confiram...







.


Contudo, nosso maior foco é o relacionamento então....




ATENÇÃO PARA A ATIVIDADE DE HOJE, ALEM DE PREPARAR O TRABALHO:

Empresas estão investindo em estratégias de relacionamento via WEB. Alguns exemplos:


Fiat valoriza marketing e relacionamento na web



Entrevista: conversamos com João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing da Fiat. A montadora vai investir mais em digital este ano, não por aperto nos cintos, mas por acreditar que o digital é um caminho sem volta.


Nestlé se alia a Internet para se relacionar com seus consumidores

Da lata de leite moça até o portal na internet, a Nestlé saboreia o bom relacionamento cultivado com o cliente desde sua chegada ao Brasil, em 1921




Antenado com as tendências da internet e ciente da importância das mídias sociais na propagação de informações, o STB – Student Travel Bureau aderiu a novas plataformas de comunicação. O objetivo é que tais recursos conversem com o público 2.0, que é ávido por novidades e por ações diferenciadas capazes de proporcionar interação entre o mundo real e o virtual.



De acordo com os casos acima, construa, junto aos seus colegas, suas impressões sobre os temas abaixo:

1. Qual o ponto em comum entre os exemplos acima dispostos?
2. Como eles entendem estrategicamente a interação?
3. As necessidades de informação e de participação estão cumprindo com os teus desejos de steakholders destas organizações?


Esta construção deve ser colaborativa.  Expresse sua opinião e comente a dos colegas.

OBS. Nome completo ao assinar as postagens

25 comentários:

  1. quem comenta primeiro? Augusto

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  2. 1 As três organizações estão buscando estreitar a relação com seus públicos promovendo maior interação através das diversas ferramentas da web 2.0.
    2 Acreditam que dando a oportunidade de manifestação de seu cliente estarão estreitando e fidelizando a relação, levando a continuidade de consumo.
    3 Quanto mais uma organização oferece meio de interação com seus públicos maior será a cobrança e a necessidade de mais contato. Empresas deste porte com certeza pensaram nisso antes de desenvolver estes tipos de ferramentas. É preciso ter um monitoramento e retorno constante e eficaz, do contrário o tiro sai pela culatra. Se você vai criar uma maneira de interagir com seu cliente então interaja realmente ou nem comece com esta interação.
    Rodrigo Portal

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  3. Olha o Rodrigo polemizando a questão importante: se você nao tem condições de interagir, nem se arrisque em propor isso aos seus públicos
    Augusto

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  4. Isso mesmo!
    Rodrigo Portal

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  5. Leonardo Serafini
    1- As três empresas claramente perceberam que além de estarem simplesmente na internet elas necessitavam criar ações voltadas especialmente para esse público 2.0 buscando obter uma interação com seus consumidores, ou futuros consumidores. Todas as três empresas também tiveram a iniciativa de buscarem ser inovadores na web, diferencial para quem quer obter destaque na web, criando portais ou aplicativos especialmente feitos para web.
    2- As empresas também perceberam, que com a interação, elas conseguem medir o retorno dos usuários em números, tendo uma análise de resultados realmente apurada. Ao mesmo tempo, as três empresas traçam campanhas integradas com outros meios e todas elas sabem a preocupação que devem ter na internet, onde a interação é rápida e que o resultado de um cliente falar mal na rede é bem pior do que quando não exista a web 2.0, pois agora ele tem um alcance bem maior, se tornando também um gerador de conteúdo sobre a marca.
    3- Na minha opinião elas estão cumprindo o seu papel pois as 03 empresas além de estarem se atualizando e investindo em web 2.0 estão criando plataformas de interações dentro de seus sites e além disto, estão incentivando os seus steakholders a gerar conteúdo através destas plataformas em conteúdos e assuntos que vão além de seus produtos.

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  6. Galera, outra polêmica durgiu com o Leonardo: para eles as três organizações estão investindo pesado do relacionamento com os clientes, conduto, os clientes específcos querem isso???? Será que os públicos dessas organizações querem conversar, querem interagir? fica a dúvida....AUGUSTO

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  7. Os pontos em comum em cada um dos textos é a necessidade da interação das marcas com publicos 2.0. A facilidade de mensuração atraves das ferramentas faz com consigam informações fidedignas dos seus consumidores. Fabi Spengler

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  8. Concordo com os meninos nos três aspectos. O ponto em comum das três estratégias é a interatividade que os portais na internet possuem. De diferentes maneiras, as empresas buscam estar presente offline e online na vida dos consumidores. Os portais permitem que os usuários interajam com as marcas, criando produtos, opinando no conteúdo do site, etc.

    As empresas perceberam que os portais interativos na internet podem aumentar a visibilidade das marcas, além de estreitar relações com os usuários.

    Como stakeholder considero muito boas as estratégias das três empresas. Cada uma de sua maneira, elas conseguem prender a atenção dos usuários e gerar curiosidade nos seus portais online.

    Carolina Freitas

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  9. Augusto, acho que os públicos em geral querem interagir, sim. As pessoas se sentem valorizadas ao perceberem que as empresas estão dando oportunidades para elas falarem, expressarem as suas opiniões.

    Carolina Freitas

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  10. Estratégicamente as interações fazem produção de informação, segmentam perfil de clientes, divulgam boas práticas ... . Tipo assim, vão direto ao ponto e atendem a necessidade do cliente.

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  11. Estratégicamente as interações fazem produção de informação, segmentam perfil de clientes, divulgam boas práticas ... . Tipo assim, vão direto ao ponto e atendem a necessidade do cliente. Fabi Spengler

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  12. O ponto em comum entre as três marcas apresentadas acima é a criação de esforços que proporcionem a interação com os seus consumidores, mas que ao mesmo tempo que interagem no real, interagem também no mundo virtual, criando assim uma conexão entre os dois mundos. Proporcionar ao cliente/consumidor novos canais de relacionamento que atinjam vários públicos, inclusive o infantil.

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  13. As marcas acima citadas entendem a interação como canal de relacionamento com os públicos. As marcas estão cada vez mais querendo se aproximar dos clientes e estes querem cada vez mais serem ouvidos, poderem ser ouvidos, enfim, se sentir parte daquela marca. Acho que as três empresas estão buscando a comunicação integrada, na qual várias áreas e profissionais esstão alinhando-se para encantar o cliente muito além das cifras. A comunicação com o cliente deve ser uma via de mão dupla e a interatividade na web promove esta "troca".

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  14. Eu como stakeholder estou achando bárbaras as "ofertas interativas", no entanto ainda não testei nenhuma delas. Confesso que para levar de fato a denominação de publico de influencia eu terei que interagir com as três e voltar a postar meu comentário amanhã...

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  15. Muito boa as respostas, uma complementa a outra e como disse nosso mestre Augusto, polêmicos não é?!

    1) Pontos em comum entre esses três exemplos, é notar a necessidade da utilização da web2.0 - apoiando a interatividade e consequentemente tornando seu público mais próximo do produto.
    2)A integração se dá, no canal de duas vias, podem escutar e falar, constroem um elo de fidelidade e interpretação melhor, podendo medir com mais precisão o retorno de seu público.
    3)Creio que sim, aceitando investir em web 2.0 - criando meios de plataforma para essa interação, eles podem avaliar um todo, não somente produto - público, promovendo a troca, gerando conteúdo de grande valia para a organização.

    Amanda Fraga

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  16. 1. O ponto comum entre os exemplos dos cases é a necessidade de criar ações na Web 2.0 com os públicos de interesse das marcas, a fim de gerar maior interação e fidelização destes públicos.
    2. As estratégias são entendidas através do retorno positivo dos públicos, a partir de ações que podem ser medidas e acompanhadas mais de perto, dando maior suporte às marcas para que possam investir naquilo que os públicos realmente querem, precisam e esperam da marca.
    3. Em parte sim, mas sempre quero e espero mais das marcas. Ou seja: quanto mais e melhor, maior a fidelidade.
    Mi Moro

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  17. 1. As empresas citadas perceberam a necessidade de estreitar o relacionamento com seus públicos, afim de não perderem espaço no mercado, sendo que esse se mostra cada vez mais concorrido. Com isso, constataram que esse relacionamento poderia ser mais efetivo através das diversas ferramentas disponíveis na internet.
    2. Essa interação oferece as organizações a oportunidade de poder mensurar de uma forma mais ágil e precisa as opiniões de seus diversos públicos.
    Desse forma, elas conseguem criar ações de melhorias, assim como interagir com seu público de maneira mais rápida e efetiva. Além de poder utilizar esse meio para divulgar a seus públicos suas ações e projetos.
    3. Acredito que sim, pois hoje as empresas estão se adequando cada vez mais ao mercado e quando essas decidem trabalhar com essa ferramenta é porque conhecem o processo e sabem onde podem ser afetados e quais benefícios podem adquirir, com isso, antes de iniciar esse trabalho, as organizações passam por um processo de planejamento, para então iniciar esse projeto.

    Lourdes Rodrigues

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  18. Voltando ao stakeholder, creio que para chegar a interagir com uma marca através de plataformas de web 2.0, você deve querer algo desta marca, comprar, consumir seus serviçoes e produtos, efetivamente. Eu concordo com o Rodrigo, no sentido de que cabe às marcas conhecerem muito bem os seus stakeholders para saber se eles querem e necessitam mesmo dos meio interativos que estão sendo ofertados através da internet. O fato da maioria das plataformas oferecerem softwares de análise de cliques, de acessos e de tempo de visitação, etc, pode não significar muita coisa, se este stakeholder não encontrar o que ele procura. Nem todos que acessam, postam alguma coisa...e estas opiniões ficam registradas onde?

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  19. Mariana Schmidt da Silveirater. set. 13, 05:01:00 PM GMT-7

    Todas as empresas acima citadas encontram-se no mercado há muito tempo. O relacionamento e a fidelidade que todas elas tem para com os clientes é algo que perdura durante todo este tempo. O fato é que, assim como os consumidores adquirem novas necessidades e pontos de vista, estas empresas necessitam suprir isto e a forma, no momento, é interagir, relacionar-se com o público através da Web, uma vez que compras, contatos e pesquisa são feitas através da internet.
    O público necessita de um retorno imediado, de empresas que falem a mesma linguagem que eles de forma mais simples e acessivel.
    Atualmente estar conectado é essencial, é indispensavel para o bom relacionamento com os clientes/públicos.

    Mariana Schmidt da Silveira

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  20. Levando em consideração que nos primórdios da Internet, somente os “donos” das páginas podiam colocar informações e que, portanto, prevalecia à comunicação unidirecional podemos acreditar que após muitas mudanças, hoje, empresas e seus stakeholders saem ganhando com uma internet muito mais colaborativa que leva em consideração o fluxo bidirecional. A Tainá comentou sobre a importância desta comunicação que prioriza a via de mão dupla, assim como a Carol e a Amanda mencionaram que o público gerando conteúdo é muito interessante para a organização.

    Nesse sentido, acredito que o ponto em comum entre os exemplos da Fiat, Nestlé e STB seja a identificação por parte das empresas da necessidade de se posicionar nas mídias sociais e buscar a interatividade como muitos colegas citaram. Acredito que além de fidelização e continuidade ao consumo, as empresas buscam claro relacionamento coeso, conforme mencionado pelo colega, mas acima de tudo informações, pois se percebe que hoje sim estamos em um cenário em que ela vale e muito.
    Paula Galvani

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  21. A Fiat, por exemplo, afirma que a estratégia de marketing é querer estar perto dos consumidores, porque quanto mais próximos, mais chances de encantá-los, “ouvir, entender e atender o consumidor é um pressuposto de marketing e vendas em todas as empresas” segundo João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing da Fiat. A Nestlé, por sua vez, a utiliza como branding e a STB se preocupa em propagar informações e realizar ações que proporcionem interação entre o mundo real e o virtual, assim como citado pela Carol no que diz respeito as empresas buscam estar presente offline e online.

    Alice Hirose, gestora de relacionamento da Nestlé, lembra que o boca-a-boca apresenta papel decisivo entre professores e alunos nas escolas. Portanto, este é, atualmente, muito mais intenso em questão de volume. O que leva as organizações a estarem cientes que não basta estar presente, deve haver monitoramento, e avaliação da presença neste mundo interativo. A Fiat leva em consideração que a internet possibilita ajustes imediatos caso alguma ação ou campanha não esteja indo para o caminho certo, e que esta possibilita um retorno de resultados muito claro e preciso. A Nestlé monitora o comportamento de seus públicos, obtendo a opinião dos consumidores sobre um produto e também sobre os comentários de outros consumidores, o que vem a ser um diferencial competitivo em relação a concorrentes que não o fazem.
    Paula Galvani

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  22. Como stakeholder achei muito importante preocupação da Nestlé em oferecer conteúdos em seu portal corporativo para diversos públicos, com as opções: cozinha, conteúdo jovem e infantil, bem estar e alimentos para animais de estimação. Também me surpreendi com os diversos canais para contato e que são específicos para cada tipo de público. As plataformas oferecidas pela STB também são muito oportunas, que família que tem um integrante em intercâmbio que não gostaria de ter um canal específico para trocar informações, tirar dúvidas, etc.? A empresa reforça a necessidade de incluir os pais nessas plataformas de mídias sociais para estreitarem o contato com os intercambistas. Sendo assim considero que as organizações citadas cumprem meus desejos enquanto stakeholder no que se refere necessidades de informação e de participação.

    Outras considerações sobre os posts dos colegas:
    Concordo plenamente com o item 3 que o Rodirgo levantou a questão de estar preparado para se posicionar ou não na web 2.0. Hoje, na empresa que trabalho acabamos de lançar as redes sociais, blog, twitter e face. Realmente até serem implantadas demorou e muito, porque acreditamos que tudo deve ser muito pensado e planejado. Realmente é um caminho sem volta como disse João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing da Fiat. Se você não tem condições de monitorar e realmente manter um relacionamento interativo nem se proponha a começar.

    Paula Galvani

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  23. sorry meu poder concisão não esteve presente hoje. boa noite!

    Paula Galvani

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  24. 1) As três empresas buscam resultado na interatividade com a web. Através do surgimento da web 2.0 as empresas que buscavam investimentos mais “pesados” em novas mídias acabaram percebendo que essa era uma excelente ferramenta comunicacional, criadora e desenvolvedora de relacionamentos individuais ou em massa. O fato da web 2.0 ter como base a geração de conteúdo por qualquer usuário abre muitas possibilidades para debater, conhecer as preferências do consumidor e a partir disso aproximar-se cada vez mais dele.
    2) A interação é compreendida pelas empresas como uma ferramenta facilitadora e que agiliza resultados de determinadas ações ou campanhas. Outro ponto estratégico é justamente o fato de ter contato direto com o consumidor final, sem barreira alguma e a partir daí, construir uma relação de confiança e transparência com os principais formadores de opiniões sobre as marcas... os clientes, satisfeitos ou não.
    3) Sim, estão. Investindo e interação, novidades, relacionamento através da web e buscando aproximação constante de seus públicos. Ao meu ver, investir em novas plataformas a fim de “agradar” o consumidor demonstra que as empresas estão realmente querendo uma diferenciação e que sim, elas se importam com as pessoas que estão tentando atingir com suas campanhas.

    Francis Kirch

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  25. 1. Existe uma aparente e importante diferença entre as estratégias de informação e comunicação presente nos blogs e portais oficiais dessas duas organizações? Sim, apesar de ambos adotarem uma abordagem direta e linguagem coloquial, usam duas vias distintas, no Blog do Carrefour encontramos assuntos que abordam os problemas domésticos, portanto, seu foco é ajudar quem lida com esses problemas em seu cotidiano e ainda solicita ao cliente sua participação como gerador de conteúdo, além de promover a economia, seja de recursos naturais ou capitais, logo, entendo que seu foco seja "donas de casa" da classe média. No blog do WalMart encontra-se um apelo comercial correlacionado a cada assunto abordado, apesar de integrado as redes sociais não existe interatividade, os assuntos abordados se referem na grande maioria a lançamentos tecnológicos e enfase ao comportamento jovem contemporâneo.
    2. Quais os pontos positivos e negativos desses blogs?
    Os pontos positivos do Blog "Eu Uso a Cuca" do Carrefour não propõe a mudar o comportamento do cliente, mas sim, facilitar, porém acaba por excluir todos aqueles que não possuem interesse nos assuntos rotineiros e domésticos. Os pontos positivos do blog do Walmart é certamente a navegabilidade por assuntos específicos, por menu ou "Tags", já a sua forma de contato nada mais é que um endereço de email, o que exige do cliente, que o acesso seja de seu computador pessoal ou Webmail, como ponto negativo, para ambos é a falta de material visual como fotos, videos e ilustrações que tornem a mensagem mais dinâmica.
    3. Os blogs estão mais voltados para o marketing dessas organizações ou existe uma preocupação com o relacionamento entre os públicos? .O blog do Carrefour desponta como melhor do ponto de vista da proposta de relacionamento com os públicos, já o Blog do Walmart realmente foca em tendenciar o comportamento do público para gerar uma venda em sua loja virtual.


    4. Os públicos participam? tem visibilidade? conversam?
    .Muito pouco, a participação é praticamente inexistente, com uma média de duzentas visitas diária em cada um, os comentários do público não passa de 5% desses usuários, tampouco possuem vizibilidade ou destaque.


    5. Que tipo de linguagem eles usam? tem eficiência?
    . Direta e coloquial, pouca eficiência no tocante da fidelização e empatia.


    6. Podemos arriscar em traçar um perfil do publico que participa dos blogs
    . Certamente, no primeiro blog, do Carrefour, um público feminino do "lar" que se auto-denomina de "Gestoras do lar" , já o blog do WalMart atende o público jovem com um poder aquisitivo mais expressivo.
    Fabi Spengler

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